Educadora de creche é presa após dar laxante a crianças para mandá-las para casa

Mulher disse que estava se sentindo ‘sobrecarregada’

Mulher disse que estava se sentindo 'sobrecarregada' Educadora de creche é presa após dar laxante a crianças para mandá-las para casa

Imagem: Reprodução

Uma professora de uma creche em St. Charles, no estado de Illinois (EUA), foi presa na última semana acusada de administrar laxantes mastigáveis a crianças pequenas para que fossem mandadas para casa mais cedo. Segundo as autoridades, a substância era oferecida disfarçada como balas e pirulitos.

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A suspeita foi identificada como Yizel J. Juarez, de 23 anos. De acordo com a investigação, ela alegava se sentir “sobrecarregada” no trabalho. A creche adota uma política que determina que crianças doentes sejam liberadas e só possam retornar após 24 horas.

O caso começou a vir à tona após a mãe de um aluno de 1 ano e 5 meses desconfiar de problemas estomacais recorrentes no filho. “Pensamos que poderia ser um vírus, mas o teste deu negativo”, afirmou ela. A mulher contou que chegou a trocar a fórmula láctea da criança enquanto médicos buscavam explicações para os sintomas.

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Com o surgimento de queixas semelhantes de outros pais, a polícia de St. Charles foi acionada. Durante a investigação, os agentes constataram que os laxantes estavam sendo administrados pela educadora.

Ainda segundo a polícia, Juarez foi acusada de três tentativas de agressão qualificada com lesão corporal contra vítima menor de 13 anos e três crimes de colocar em risco a vida ou a saúde de uma criança.

Ela se entregou às autoridades, foi presa e posteriormente liberada após receber intimação para comparecer ao tribunal.

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“É repugnante. Meu filho ainda sofre de constipação, que o médico disse ser um efeito colateral da suspensão do laxante”, declarou a mãe de uma das vítimas. O pai de outra criança também se manifestou: “Não tenho palavras. É horrível pensar que seu filho estará seguro na creche e, de repente, você se depara com uma situação como essa”.

A instituição informou que a funcionária foi demitida após a descoberta do caso. As investigações seguem em andamento.