Princesas Beatrice e Eugenie apoiam Kate Middleton em post após ausência no culto natalino

O culto natalino “Together at Christmas”, organizado pela princesa de Gales, Kate Middleton, ocorreu na sexta-feira, 5 de dezembro de 2025, na Abadia de Westminster, em Londres. As princesas Beatrice e Eugenie, filhas do ex-príncipe Andrew, foram convidadas pessoalmente, mas não compareceram ao evento. Em uma publicação nas redes sociais, Eugenie expressou apoio à cunhada, destacando o caráter inspirador da celebração.

A ausência das irmãs York chamou atenção em meio a um ano marcado por controvérsias familiares. Elas optaram por uma mensagem pública para reforçar laços com a família real, sem revelar motivos específicos para a decisão. O evento reuniu membros da família real, celebridades e voluntários, com foco em temas de união e esperança.

  • Kate Middleton liderou a cerimônia pela quinta vez consecutiva.
  • Presenças notáveis incluíram o príncipe William, os filhos George, Charlotte e Louis, além de atores como Kate Winslet e Chiwetel Ejiofor.
  • O tema deste ano enfatizou a importância de conexões humanas em tempos difíceis.

Mensagem de apoio das princesas

A princesa Eugenie compartilhou uma imagem do programa do evento em sua conta no Instagram, com uma legenda que mencionava a irmã Beatrice. “Desejamos que Bea e eu pudéssemos estar celebrando esta noite com nossa família. Desejando à @princeandprincessofwales uma noite tão especial em seu incrível culto natalino. Que mensagem incrível de esperança e amor”, escreveu ela. A postagem surgiu logo após o término da cerimônia, por volta das 20h locais em Londres.

Essa declaração pública demonstra a proximidade entre as York e os Wales, apesar das tensões recentes na família real. Fontes próximas indicam que as irmãs foram tocadas pelo convite pessoal de Kate, mas priorizaram compromissos anteriores. A menção à família reforça o desejo de manter relações afetivas intactas.

Contexto da ausência no evento

O “Together at Christmas” é um dos compromissos anuais mais aguardados da princesa de Gales, que o iniciou em 2021 para homenagear trabalhadores da linha de frente durante a pandemia. Este ano, o foco recaiu sobre a união comunitária, com leituras de figuras como Kate Winslet e apresentações musicais de artistas como Katie Melua. A Abadia de Westminster, local histórico de coroações e casamentos reais, acolheu cerca de 1.900 convidados, incluindo famílias beneficiadas por causas sociais.

Beatrice e Eugenie, de 37 e 35 anos respectivamente, compareceram a edições anteriores do evento, o que torna sua ausência notável. Relatos sugerem que elas evitaram o holofote para não desviar a atenção dos homenageados. Ambas mantêm perfis discretos, equilibrando vidas profissionais com aparições ocasionais em eventos reais.

A decisão reflete uma estratégia de baixo perfil adotada pelas irmãs nos últimos meses, especialmente após escândalos envolvendo o pai. Elas participaram de eventos de caridade em novembro, como uma recepção em Londres, mas optaram por não se expor em ocasiões de grande visibilidade.

Impacto do escândalo de Andrew nas filhas

Em outubro de 2025, Andrew Mountbatten-Windsor, antigo príncipe Andrew, perdeu todos os títulos reais, honrarias e privilégios, incluindo o uso de “Sua Alteza Real”. A medida veio após renovado interesse em suas ligações com Jeffrey Epstein, o financista americano condenado por tráfico sexual, falecido em 2019. Andrew nega qualquer irregularidade, mas o caso resultou em sua saída da Royal Lodge, residência familiar em Windsor.

As filhas, no entanto, preservaram seus status como princesas, conforme a Letters Patent de 1917 do rei George V, que garante o título a filhas de filhos de soberanos. Elas não são membros ativos da monarquia de trabalho, mas fontes indicam que o rei Charles III considera envolvê-las em deveres pontuais. “O monarca aprecia as sobrinhas e não quer que sofram pelo erro do pai”, comentou um insider próximo à corte.

Beatrice e Eugenie demonstraram resiliência ao manterem compromissos filantrópicos. Em novembro, elas foram vistas em eventos separados em Londres, abraçando-se publicamente para sinalizar união familiar.

Novos papéis nas instituições reais

Recentemente, a princesa Eugenie assumiu o papel de mentora na rede 35 Under 35 da King’s Foundation, iniciativa do rei Charles para jovens líderes. Ela participou de uma recepção em Londres para profissionais sub-35, expressando entusiasmo pela oportunidade. “Ela estava animada por estar lá e orgulhosa de ter sido convidada”, relatou uma fonte presente ao encontro.

A fundação, focada em educação e artes, representa um passo para maior visibilidade de Eugenie em causas reais. Ela já atua como patrona da Anti-Slavery Collective, organização contra tráfico humano que arrecadou £1,5 milhão em doações no último ano fiscal. Esses engajamentos alinham-se ao desejo da coroa de integrar as sobrinhas sem sobrecarregá-las.

Beatrice avança em cargo de patrona

A princesa Beatrice foi nomeada vice-patrona da Outward Bound Trust, entidade dedicada à educação ao ar livre para jovens. Ela serviu como trustee por seis anos antes da promoção, sucedendo o pai, que renunciou em 2019 em meio ao escândalo Epstein. A confiança atua em desafios de sobrevivência e liderança, beneficiando milhares de participantes anualmente.

Essa nomeação ocorre meses após Beatrice fundar a BY-Eq, firma de consultoria em equidade corporativa. Ela equilibra o negócio com aparições reais, como um evento em Kew Gardens ao lado de Charles e Camilla em maio de 2025. Especialistas veem nisso um teste para papéis mais amplos na monarquia.

A transição reflete o apoio do rei às sobrinhas, que evitam controvérsias e focam em contribuições positivas. Beatrice participou de funerais reais, como o da duquesa de Kent em setembro, mantendo discrição.

Relações familiares e futuro das York

O rei Charles, de 77 anos, prioriza uma monarquia enxuta, mas aberta a colaborações familiares. Insiders revelam discussões sobre o uso de Beatrice e Eugenie em eventos estatais, sem torná-las royals plenos. “Não há acordo formal, mas elas estão dispostas a ajudar quando necessário”, afirma uma fonte da corte.

As irmãs compartilham laços fortes com os primos Wales, incluindo trocas frequentes com Kate e William. Elas retiveram títulos apesar da perda paterna, e Sarah Ferguson, mãe das princesas, cessou o uso de “duquesa de York” em suas redes sociais após o anúncio de outubro. Ferguson expressou arrependimento por associações passadas com Epstein em comunicações vazadas.

Apoio mútuo em tempos de crise

Desde a renúncia de Andrew a deveres públicos em 2019, após entrevista desastrosa à BBC, as filhas navegaram o escrutínio com foco em filantropia. Elas fundaram coletivos contra escravidão moderna e equidade, respectivamente, e participam de eventos como o funeral da rainha Elizabeth II em 2022. Amigos da família descrevem o período como “devastador”, mas destacam a determinação das irmãs em se unirem.

O post de Eugenie sobre o culto natalino sinaliza lealdade à família estendida, priorizando o evento de Kate. Analistas notam que a ausência evitou distrações midiáticas, permitindo que o foco permanecesse na mensagem de esperança. As princesas continuam baseadas em Londres, equilibrando carreiras privadas com compromissos reais esporádicos.

A trajetória das York ilustra a adaptação da monarquia a escândalos, com ênfase em contribuições individuais. Elas representam uma geração que busca relevância sem o peso de deveres plenos, alinhada à visão de Charles para a instituição.